Mega Diário Cuiabá · Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
VIRALIZOU

iPhone de ouro de Roberto Carlos viraliza em jogo do Brasil

Design sem nome (57)

O iPhone dourado visto com Roberto Carlos durante o jogo entre Brasil e Escócia, nesta quarta-feira (24), chamou atenção nas redes sociais e virou assunto entre torcedores. Durante a transmissão da partida da Copa do Mundo de 2026, usuários passaram a comentar o visual do aparelho segurado pelo pentacampeão, levantando dúvidas sobre o modelo, o preço e se o acabamento seria de ouro de verdade ou apenas uma capinha personalizada. A repercussão reacendeu a curiosidade sobre um mercado restrito de iPhones de luxo personalizados por marcas como Caviar e Goldgenie, que transformam celulares da Apple em peças com ouro, platina, diamantes e couro.

Na Caviar, por exemplo, versões personalizadas do iPhone 17 Pro podem chegar a US$ 80.290, cerca de R$ 418 mil em conversão direta, dependendo dos materiais usados. Já a Goldgenie vende modelos banhados a ouro 24 quilates com preços a partir de US$ 2.985,72, podendo superar US$ 16 mil, algo entre cerca de R$ 15,5 mil e R$ 85,6 mil. No caso do celular visto com Roberto Carlos, ainda não há confirmação de que o aparelho seja de uma dessas marcas, nem de que tenha ouro de verdade no acabamento.

O celular dourado visto com Roberto Carlos virou assunto durante a transmissão de Brasil x Escócia pela Copa do Mundo de 2026. Em um momento da partida, as câmeras mostraram o ex-lateral segurando um aparelho com visual de iPhone 17 Pro Max e acabamento chamativo em tom de ouro, ao lado de outros campeões do penta. A aparição foi rápida, mas bastou para gerar curiosidade nas redes sociais.

No X (antigo Twitter), usuários passaram a comentar o aparelho quase em tempo real. Parte do público quis saber quanto custava o celular, enquanto outros brincaram que o acessório havia roubado a cena durante o jogo. Também surgiram especulações sobre a origem do visual: alguns internautas levantaram a possibilidade de ser uma versão personalizada por marcas de luxo, enquanto outros apostaram em uma capinha dourada ou em um envelopamento.

Houve ainda muitas brincadeiras sobre a aparência chamativa do celular. Alguns usuários disseram que o iPhone parecia “uma barra de ouro”, enquanto outros ironizaram que Roberto Carlos teria “derretido a taça do penta” para fazer o celular.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a origem do acabamento. As imagens exibidas na transmissão mostram um aparelho aparentemente compatível com o iPhone 17 Pro Max, mas não permitem confirmar se há ouro, banho de ouro ou apenas uma capa personalizada. Por isso, as comparações com marcas como Caviar e Goldgenie servem apenas para mostrar quanto podem custar iPhones modificados com ouro e materiais nobres, sem indicar que o aparelho visto no jogo tenha sido produzido por uma dessas empresas..

Quanto custa um iPhone 17 Pro de ouro?

 

O preço de um iPhone 17 Pro dourado pode variar de algumas dezenas de milhares de reais a mais de R$ 400 mil, dependendo do tipo de customização. A diferença está nos materiais usados, no método de aplicação do ouro, na presença de diamantes ou outras pedras preciosas, na capacidade de armazenamento do iPhone e no grau de exclusividade da edição. Em geral, versões apenas banhadas a ouro custam menos do que modelos com peças em ouro maciço, acabamento artesanal complexo e tiragem limitada.

A Caviar é uma das marcas mais conhecidas desse mercado. A empresa surgiu no início da década de 2010, na Rússia, e ganhou fama internacional ao transformar celulares, relógios e outros eletrônicos em peças de luxo. Atualmente, a operação internacional da marca é sediada em Dubai. No catálogo, há modelos de iPhone com ouro 18 quilates, diamantes, meteoritos, titânio e edições extremamente limitadas.

Um dos exemplos mais caros é o iPhone 17 Pro Solar, listado por US$ 80.290, cerca de R$ 418 mil em conversão direta. O modelo tem corpo em ouro 18 quilates, acabamento espelhado, logotipo da Apple com 58 diamantes e edição limitada a apenas três unidades. A proposta é transformar o celular em um item de coleção, mais próximo de uma joia tecnológica do que de um smartphone comum.

 

Relacionadas