Queda na temperatura aumenta vendas no comércio varejista de Cuiabá
Em Cuiabá, geralmente o frio não dura mais que três dias, mas, esta semana, os cuiabanos foram pegos desprevenidos, já que a frente fria está durando cinco dias e deve permanecer até segunda-feira (25).

Frio é sinônimo de aumento nas vendas do comércio varejista. A frente fria que chegou à Capital esta semana aumentou o movimento em cerca de 20%, em média, nas lojas especializadas em roupas e calçados, segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A expectativa é de que até o final do mês o crescimento seja ainda maior.
Em Cuiabá, geralmente o frio não dura mais que três dias, mas, esta semana, os cuiabanos foram pegos desprevenidos, já que a frente fria está durando cinco dias e deve permanecer até segunda-feira (25).
A queda na temperatura aqueceu as vendas na Capital e movimentou o comércio local. Nas lojas de vestuários e calçados do Centro, os estoques baixaram com a procura de mercadorias de inverno, como moletons, lãs, malhas, cobertas e cobertores.
"Frentes frias como essa que aconteceu nesta semana são muito aguardadas, principalmente pelo varejo no ramo de confecções e calçados. Esse seguimento é impactado de forma direta, seu volume de vendas, comparado ao dia normal, pode até ter triplicado”, comenta lojista da região Central de Cuiabá.
Segundo ele, a frente fria extensa reaqueceu as vendas e a estimativa é que tenha um aumento de mais de 20% até o final mês.
“Isso vai gerar um crescimento nas vendas, que vai fazer a diferença no fechamento do mês, com um incremento de no mínimo 20%. O que é muito importante, para esse seguimento e para economia local. Além disso, esse tempo beneficia outras atividades, como restaurantes, supermercados e afins”, finaliza.
De acordo com as previsões do Clima Tempo, o frio deve permanecer em Cuiabá até o início da próxima semana, o que deve aumentar ainda mais as vendas.
Relacionadas

Dólar sobe e supera R$ 5,45 com cautela política e exterior; Ibovespa recua aos 167 mil pontos

Dívida pública fica em 82,9% do PIB, e déficit soma R$ 5,5 bilhões

Instituto prevê impacto fiscal de R$ 40 bilhões com promessas de Lula

Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras

A Alta do Dólar e a Desvalorização dos Ativos Brasileiros

