Mega Diário Cuiabá · Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
TABULEIRO ELEITORAL

Caiubi Kuhn desiste de disputar Governo de MT e declara apoio à pré-candidatura de Natasha

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O professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Caiubi Kuhn (PDT), retirou sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso e anunciou apoio à médica Natasha Slhessarenko (PSD), fortalecendo a articulação do campo de oposição de centro-esquerda para as eleições de 2026. O anúncio foi feito no sábado (4), durante o encontro Mato Grosso para Elas, realizado em Cuiabá.

Ao justificar a decisão, Caiubi afirmou que a prioridade, neste momento, é construir uma candidatura unificada para enfrentar a disputa ao Palácio Paiaguás.

"O momento é de construção de uma unidade em torno do nome da Natasha, que vai fortalecer o projeto em busca do melhor para Mato Grosso", afirmou.

Segundo o professor, a pré-candidata do PSD reúne condições para liderar um projeto de governo pautado pelo diálogo e pela construção coletiva de soluções para os desafios do Estado.

Natasha agradeceu o apoio e afirmou que a adesão do PDT amplia o movimento em torno de sua pré-candidatura.

Em publicação nas redes sociais, a médica destacou que a entrada do partido representa mais um passo na consolidação do grupo político que busca disputar o governo estadual em 2026. Ela também ressaltou a trajetória de Caiubi como professor da UFMT e especialista em saneamento básico, além de agradecer à presidente estadual do PDT, Miriam Calazans, pelo apoio.

Disputa pelo Paiaguás

Com a desistência de Caiubi, permanecem oito nomes colocados como pré-candidatos ao Governo de Mato Grosso: Otaviano Pivetta (Republicanos), Wellington Fagundes (PL), Jayme Campos (União Brasil), Natasha Slhessarenko (PSD), Marcelo Malluf (Novo), Sargento Laudicério Machado (Progressistas), Maurício Coelho (Inconfidência) e Alex Pucinelli (Democrata).

A saída de Caiubi reduz o número de postulantes ao Palácio Paiaguás e reforça a estratégia de concentração de apoios em torno de Natasha dentro do grupo de oposição, enquanto os partidos intensificam as articulações para a definição das candidaturas que disputarão o comando do Estado em 2026.

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