Mega Diário Cuiabá · Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
EFEITOS DA GUERRA

Diesel chega a R$ 10 e deputado cobra investigação em MT: “Não tem motivo, até o momento"

diego guimaraes

O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), denunciou o aumento expressivo no preço da gasolina e do diesel em Mato Grosso e pediu atuação imediata dos órgãos de defesa do consumidor.

Segundo relatos recebidos pelo parlamentar, há municípios em que o litro do diesel já chega a custar quase R$ 10, valor considerado abusivo diante da ausência de reajustes recentes nas refinarias. 

O parlamentar apontou que até o momento não há informações que justifiquem o reajuste registrado nos postos de combustíveis, especialmente diante da ausência de aumentos anunciados nas refinarias.

“Não tem motivo, até o momento, para o aumento do preço do diesel e da gasolina. Pelo menos não há notícia de aumento nas refinarias que justifique essa alta”, afirmou.

“O que a gente tem visto é que nas distribuidoras do estado de Mato Grosso o preço do combustível explodiu. O diesel está chegando a quase R$ 10 o litro, cerca de R$ 9,99”, completou.

Diante da situação, Guimarães disse ter solicitado que o Procon Mato Grosso acompanhe a evolução dos preços para verificar a formação de valores repassados ao consumidor.

“Estamos pedindo ao Procon Mato Grosso que faça um acompanhamento de perto, verificando quanto o combustível sai das distribuidoras, quanto chega aos postos e qual é a margem aplicada”, pontuou.

O parlamentar também alertou para possíveis reflexos na economia do estado caso a alta se consolide, destacando impactos diretos no transporte e na cadeia de abastecimento.

“Isso pode gerar um efeito cascata na economia. O aumento do diesel impacta no frete, no preço dos alimentos e em diversos insumos consumidos pela população”, disse.

Ao final do pronunciamento, o deputado defendeu que eventuais irregularidades sejam apuradas pelos órgãos competentes.

“Quem for responsável precisa ser fiscalizado e, se houver irregularidade, penalizado. O consumidor não pode ser prejudicado”, concluiu.

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