Mega Diário Cuiabá · Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
VEJA VÍDEO

Emocionado, Jayme Campos reafirma candidatura ao governo de MT: "Só abrirei mão se Deus, meu pai e meu filho pedirem"

jayme campos

O senador Jayme Campos (União Brasil) se emocionou ao afirmar que não abrirá mão de sua candidatura ao governo de Mato Grosso, durante conversa com jornalistas nesta quarta-feira (1º), na sede da sigla em Cuiabá. Em lágrimas, Jayme disse que só recuará se for a pedido de Deus, de seu pai e de seu filho, que faleceu em 2004.

"Não abro mão para ninguém. Sou um homem corajoso e valente. Já venci muita coisa na vida. Não seria qualquer cidadão deste Estado que vai impedir a candidatura de Jayme Campos", disse o senador. 

"Estou emocionado porque não admito ninguém vir dizer A, B ou C. Sou um homem honrado e tenho quarenta e tantos anos de vida pública, eu faço política porque eu gosto de fazer. Escreve aí: ninguém tira Jayme Campos do páreo na pré-candidatura, só Deus, meu pai e meu filho. Caso contrário, esquece", acrescentou.

O senador participou, na manhã desta quarta-feira, de reunião na sede do partido em Cuiabá, ao lado da executiva e do presidente estadual, o ex-governador Mauro Mendes, que já declarou apoio a Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Paiaguás. 

"Não abro mão da minha candidatura ao Governo de Mato Grosso. Estou determinado a construir um estado mais justo, com crescimento econômico real, justiça social e uma distribuição de renda que alcance todas as famílias mato-grossenses", disse.

"Mato Grosso não será para poucos, e sim para todos. Quero garantir que cada cidadão usufrua do crescimento exponencial que o nosso estado vive. Meu compromisso é com o futuro de Mato Grosso e com cada pessoa que acredita em dias melhores", concluiu.

Impasse do União 

 O impasse dentro do União Brasil em torno da pré‑candidatura de Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso lembra as tensões internas vividas pelo partido na eleição municipal de 2024 em Cuiabá.

Naquela disputa, o União Brasil enfrentou uma divisão entre apoiadores de Fábio Garcia e integrantes do grupo ligado a Eduardo Botelho, na escolha do candidato à prefeitura. A falta de consenso acabou enfraquecendo a base da legenda na capital, contribuindo para que o PL assumisse a liderança da disputa e elegesse Abílio Brunini como prefeito.

Agora, o apoio de Mauro Mendes, ao nome de Pivetta  na corrida pelo Paiaguás trouxe à tona novamente divergências internas e reacendeu o debate sobre a unidade da sigla.  Para aliados de Jayme Campos, a situação representa risco de fragmentação.

Segundo o senador os filiados do União Brasil desejam ter uma candidatura própria e competitiva.

“Eu tenho a certeza absoluta que o nosso partido, o União Brasil, quer ter uma candidatura com musculatura, com perspectiva, com certeza de ganhar uma eleição. E eu estou fazendo”.

Veja vídeo:

Relacionadas