Mega Diário Cuiabá · Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
PESQUISA QUAEST

Flávio Bolsonaro chega a 41% e amplia pressão sobre Lula para 2026

A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico entre os dois nomes.

FLÁVIO BOLSONARO

O senador Flávio Bolsonaro aparece tecnicamente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13).

No levantamento, Flávio registra 41% das intenções de voto contra 42% de Flávio Bolsonaro. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico entre os dois nomes. Brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 14%, enquanto 3% se declararam indecisos.

Os números mostram avanço de Flávio em relação ao cenário político nacional e consolidam o senador como um dos principais nomes do campo conservador para a disputa presidencial. Na rodada anterior da pesquisa, divulgada em abril, Flávio aparecia numericamente à frente, com 42%, enquanto Lula tinha 40%.

No primeiro turno, Lula lidera com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 33%. Os demais possíveis candidatos testados pela Quaest ficaram bem atrás.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o ex-governador mineiro Romeu Zema registraram 4% cada. Renan Santos marcou 2%. Já Augusto Cury, Cabo Daciolo e Samara Martins tiveram 1% cada. Aldo Rebelo e Hertz Dias não pontuaram.

A pesquisa também mostrou melhora na avaliação do governo Lula. O índice de eleitores que consideram a gestão positiva subiu de 31% para 34% entre abril e maio. Já a avaliação negativa caiu de 42% para 39%.

Em relação à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro lideram os índices entre os nomes pesquisados. Segundo a Quaest, 53% afirmaram conhecer Lula e não votariam nele. No caso de Flávio, o percentual foi de 54%.

O levantamento ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.

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