Mega Diário Cuiabá · Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Delegado revisa inquérito e conclui pela segunda vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

BOLSONARO

A Polícia Federal concluiu, novamente, que não há provas de interferência indevida do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. A informação foi divulgada no domingo (12), pelo Estadão e teve rápida repercussão entre lideranças da direita em todo o país.

A reavaliação foi realizada na atual gestão, durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para reabertura do caso.

O inquérito teve origem em 2020, após a saída do então ministro da Justiça, Sergio Moro, que acusou Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal, especialmente na troca de cargos de comando.

Na nova análise, a PF apontou que não foram encontrados elementos suficientes que justifiquem responsabilização penal do ex-presidente. O relatório também destaca a ausência de provas no chamado inquérito das fake news que sustentem a tese de interferência.

A divulgação do resultado foi rapidamente compartilhada por aliados do ex-presidente. O  senador e pré-candidato a Presidencia da República, filho ex- presidente, Flávio Bolsonaro publicou o conteúdo em suas redes sociais, reforçando a narrativa de que não houve irregularidades.

Outras lideranças da direita também repercutiram o caso, incluindo representantes políticos de Mato Grosso, que destacaram o desfecho da investigação como um indicativo de “inexistência de provas” contra o ex-chefe do Executivo.

Com a conclusão da investigação, o caso foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, que deverá decidir se arquiva definitivamente o processo ou se solicita novas diligências. (Com informações Conteúdo Estadão)

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